A utilização de compósitos poliméricos reforçados com fibras vegetais não é recente e as primeiras patentes datam da década de 60. Durante os anos 70 e 80, as fibras sintéticas, principalemtne a fibra de vidro E, substituiram as fibras vegetais, devido ao seu melhor desempenho e aos aspectos econômicos. A partir da década de 90, uma visão mais realista ou ecológica do processo industrial fez ressurgir o interessen em materiais renováveis, tais como as fibras e óleos vegetais. O objetivo deste trabalho é obter compósitos com diferentes contribuições entre as fibras lignocelulósicas têxteis, que são conhecidas como fibras duras. Os compósitos são feitos por diversas técnicas de moldagem utilizando-se essas fibras in natura e com tratamentos químicos para avaliar seu comportamento e suas propriedades no produto final.
Participantes:
RASIAH LADCHUMANANANDASIVAM
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